Palmeirim d´ Inglaterra de per si es muy bueno

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Palmeirim d'Inglaterra História

A região vitivinícola de Trás-os-Montes, no nordeste de Portugal, divide-se em três sub-regiões: Chaves, Valpaços e Planalto Mirandês. Montanhosa, de clima seco, muito quente no verão e muito fria no inverno, é cruzada pelos afluentes e subafluentes do rio Douro. No seus vales profundos perdura a influência mediterrânica, onde, desde o tempo dos romanos, se produzem vinhos afamados.

É nessa sub-região de Chaves, entre os vales do Tâmega e da Ribeira de Oura, nas freguesias de Oura, Selhariz, Faiões e Vila Verde da Raia, em solos graníticos, com textura arenosa, e noutros de origem xistosa, que se situam as quintas onde nasceu este vinho.

Os seus actuais proprietários são oriundos de famílias há muito enraizadas nestas terras e quiseram preservar a memória dos seus ancestrais, produzindo um vinho de qualidade que, articulado com outras actividades, dignificasse a cultura deste território ímpar. Desta forma, defendem o património que herdaram e participam no desenvolvimento de uma economia sustentável.

As castas são maioritariamente portuguesas. A vindima é efectuada manualmente por casta e a vinificação é feita em lagar tradicional onde foram efectuadas inovações destinadas a garantir uma fermentação com controlo de temperatura. Rui Cunha e Sérgio Alves são os enólogos responsáveis.

O vinho PALMEIRIM D’ INGLATERRA deve o seu nome a um famoso romance de cavalaria do séc. XVI, escrito pelo transmontano Francisco de Moraes, antepassado comum dos donos destas quintas. “De por si es muy bueno”, foi assim que Miguel Cervantes descreveu esta obra em D. Quixote de la Mancha. O rótulo foi desenhado por Augusto Cid.

Reserva 2015

botao
garrafa de reserva tinto 2015

Tinto Reserva 2015

  • Aroma: Elegante e com boa intensidade. Em evidência estão os aromas a lembrar frutos vermelhos maduros e ligeiras notas bosque envolvidas em finas notas provenientes do estágio em madeira que conferem complexidade ao conjunto.
  • Castas: Tinta Roriz, Tinta-Barroca, Alicante-Bouschet e Touriga-Nacional.

Branco 2016

botao
garrafa de branco 2016

Vinho Branco 2016

  • Aroma: Elegante, com boa intensidade e complexidade, lembrando aromas a frutos citrinos como a toranja, flores brancas e frutos tropicais maduros, complementados por leves notas minerais.
  • Castas: Arinto, Malvasia Fina, Roupeiro, Moscatel Galego Branco.

Rosé 2017

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garrafa de rosé 2016

Vinho Rosé 2017

  • Aroma: Fino e elegante, com boa intensidade, a lembrar aromas a groselha e rebuçado
  • Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca

Tinto 2016

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garrafa de tinto reserva

Tinto 2016

  • Aroma: Elegante e com boa intensidade. Em evidência estão os aromas a lembrar frutos vermelhos maduros e bosque.
  • Castas: Tinta Roriz, Tinta Barroca, Alicante Bouschet e Touriga Nacional
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Isabel Sarmento

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João Moraes Sarmento

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Ricardo Sá Fernandes

Proprietário
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Rui Cunha

Enólogo
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Sérgio Alves

Enólogo
Branco 2016 | Medalha de Ouro, Catavinum World Wine & Spirits Competitions – Spain 2018
(89/100) “A altitude, a natureza dos solos e do clima mais fresco de Trás-os-Montes (se comparado com o Douro, claro) estão bem expressos na natureza deste vinho. Vinificado pela dupla de enólogos Rui Cunha (uma espécie de rei Midas dos vinhos do norte) e de Sérgio Alves, este branco exprime aromas intensos e atraentes, mas é pelo lado da sua garra na boca, resultante da sua acidez, que melhor se afirma. Um branco com carácter, que vale a pena conhecer” (Manuel Carvalho, Público, 30.9.2017)
(16/20) - Classificação em prova cega da revista Paixão pelo Vinho (n.º 71)
(16/20) “Feito com 4 castas, mostra-se muito bem no aroma, finos nas notas de fruta, aqui com mais evidência de vegetal seco, indo até uma leve sensação mineral. Muito bem também na boca, com frescura suscitada pela acidez, o que lhe confere boa aptidão gastronómica. A explicação do nome vem no rótulo” (João Paulo Martins, Vinhos de Portugal, 2018, Oficina do Livro, 2017)
“Com raízes familiares em Chaves, os primos Isabel Sarmento, Ricardo Sá Fernandes e João Morais Sarmento decidiram juntar as uvas das suas propriedades para manter vivas as ligações ligadas ao vinho. Elaborado com Arinto, Malvasia Fina, Roupeiro e Moscatel Galego Branco, tem um aroma de fruta branca madura, ameixa amarela, complementado com notas minerais. Na boca, é suave, fresco, envolvente e cativante” (Maria João de Almeida, Vinhos à Mesa, Edições Desassossego, 2018)
Rosé 2016
(15/20) "Lote de 3 castas. Salmonado na cor, com algum peso aromático onde leves notas de groselha se associam com drops, com boa prestação na boca, o vinho tem volume e boa acidez mas pode ser mais aconselhável para a mesa do que para a esplanada. Saladas e massas estão à espera dele" (João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2018, Oficina do Livro, 2017)
(15,5/20) - Classificação em prova cega na revista Paixão pelo Vinho (n.º 71)
Tinto 2016
(16,5/20) - Classificação em prova cega na revista Paixão pelo Vinho (n.º 71)
Branco 2015
(85/100, ♥♥♥ “vinho de emoção”) “Lote com Arinto. Cor média citrina. Ananás, nota seivosa entre terrosos minerais e alguma hortelã. Denso, conversador, sem desmaios. Gastronómico. Excelente relação qualidade-preço” (Guia Popular de Vinhos, 2017, Aníbal José Coutinho com Neil Pendock, Editorial Presença, 2016)
Branco 2014
(♥♥♥ “vinho de emoção”) “Lote com Arinto. Cor clara citrina. Madeira abaunilhada, nata com casca cítrica e pêssego. Cativante. Amplo, redondo, fresco, muito consensual. Compra segura” (Guia Popular de Vinhos, 2016, Aníbal José Coutinho, Editorial Presença, 2015)
(16/20) “Feito com 4 castas, mostra-se muito bem no aroma, finos nas notas de fruta, aqui ao lado de algum vegetal seco, indo até uma leve sensação mineral. Muito bem também na boca, com frescura e com um estilo de muita proporção entre as várias componentes. Sempre uma boa aposta. A explicação do nome vem no rótulo” (João Paulo Martins, Vinhos de Portugal, 2016, Oficina do Livro, 2015)